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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Minha felicidade está triste


Minha felicidade hoje está triste
Pois sua felicidade acidentou-se.
Ferida, não consegui sorrir;
Nem eu.



Minha felicidade é linda
É humanamente Divina
Pura de coração.
Ela canta
Compõe
Toca violão,
Mas hoje, abatida, silenciou-se.

Ela é mãe da sua própria felicidade:
_ dois seres que si mesma se fez; amores perfeitos _,
E o que eu posso oferecê-la é nada
Comparado ao que ela me trouxe
E a tudo que ela me fez.

Ela doara-me um sorriso
E sua luz se esparge imensamente dissipando a escuridão
E os horizontes se expandiram cativando minh’alma
E revigorando meu coração.

Ela emprestou-me o ombro
Acolheu-me no colo
Acalentou-me
Pacificou-me
Sossegou meu espírito;
Resgatou minh’alma aflita do abismo da solidão.
E o que eu posso oferecer-lhe é nada
Sou pássaro sem asas, sou nada, sem ela diante dos meus olhos
Ampliando minha visão.

Minha felicidade está triste
Está ausente
Está distante...
Mas a minha felicidade é linda
Apesar de triste,
Existe.














sábado, 5 de abril de 2014

Minha Paz

Minha paz não tem sobrenome
É uma junção de poemas
Uma breve história de amor
Repleta de dilemas.

Mas é um romance poético
Lírico
De uma personagem singular, bela
Que não tem sobrenome;
É um poema de Deus a vagar
Como hálito de luz de ninfa expandindo-se
Para proliferar;

É uma brisa ardente de amor
É orvalho reluzente num raio de luar
Que me aviva e me consome
Consome e reanima
E depois me faz sonhar.

Minha paz tem olhos
E neles abrigam-se o sol e o mar.

Só minha paz tem olhos que aquecem minh’alma
E a voz é ária suave pra me acalmar.

Só ela, a minha paz, tem olhos que me veem;
Só ela sabe me encontrar.

Quando quero estrelas, estrelas são.
Os céus se abrem e meus olhos nos teus olhos voam
E minh’alma leve, não voa em vão.
E canta hinos à brisa estelar
Louvores vindos do sol posto nas águas do teu olhar.

Ah! minha paz, minha paz, minha paz...
Minha paz.
O que seria do amor sem o amor que nos dá paz?
O que seria de Deus?
 Toda fé oriunda da luz da paz.

Minha paz não tem sobrenome
É uma junção de poemas
Um riso divino colorindo a vida impressa em gris;
É o lume fulgente do verso feliz.

Minha paz é teu corpo nu
Minh’alma suja, purificada no teu céu límpido, fluorescente e azul
Bendiz o dia em que a conheceu...
Lu.

Minha paz tem braços que abraçam
Mãos que acariciam e apontam caminhos
Pés que deixam rastros que me guiam.

Minha paz é da paz, nunca se zanga
Sabe esperar
Confia no amor e ama em paz
Não guarda rancor, perdoa
E me faz sentir vencedor, pois,
Sabe que sou humano, fraco e pecador.

Mas sou dependente, e ela finge não ver.
Sou carente e inseguro, mas ela sabe entender.
Me salva dos pesadelos
Clareia minha mente
Alimenta meu ego
Faz-me sentir gente.

Minha paz, minha paz, minha paz!...
Tenho medo da mansidão do rio, tanto quanto das águas correntes.
O que será de nós, deuses mortais?
O que será de mim sem teus beijos, teus risos e ais?
O que será da gente?

Se um dia eu te perder
Minha paz...

Minha paz não tem sobrenome
É o poema que Deus criou;
Mas tem endereço fixo, meu coração;
E meu coração é um berço de amor
E só no amor se encontra a paz.
E Deus,
Deus está aonde?

O meu amor é eterno.



Nota do autor: (Poema "Minha Paz", em homenagem à Luciana Silva,  no shopping União, Osasco, após prova de concurso público)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Passo horas contemplando


Passo horas contemplando
De vez em quando um sorriso
Que eleva ao máximo meu deslumbre
Ela é surpreendentemente perfeita.
                Um olhar para apaziguar meu coração
Na hora certa em que já não consigo controlar a pulsação. Mas
Estúpido, tímido e livre; não sei disfarçar o desejo.
Ela percebe não demonstra saber.
                Eu procuro no corpo sensual, e de postura exemplar, sinais de desejo;
Nada, nem um gesto revelador, insinuante; exceto um perfume de mulher que meu cérebro insiste em interpretar como aroma sexual.
                A vida já não é uma única sonoridade,
Os tambores soam, e uma orquestra instrumental executa todos os tons entro de mim.
                Passo horas contemplando..., ela, regente de mim.

sábado, 24 de novembro de 2012

Ana, Flor Menina


Espere, por favor! Espere.
Se cheguei tarde ou cedo, não sei.

Mas estou aqui e vejo
O teu olhar, desejo,
Riso, que também é beijo,
A beijar-me você
Nos meus lábios sedentos.
_ Assim que a vi a amei _
Se cedo ou tarde, não sei.

Coroai-me,
Flor menina,
Coroai-me.
Enquanto a sós, Ana, coroai-me.