Quero oferecer-te o amor que realmente sinto: cuidadoso, inocente e risonho; O amor que juntos sonhamos. Não te darei o amor banal e egoísta, que se inventa: de ciúmes e opressão, que mal se aguenta; Quero oferecer-te o amor que mereces: aureolado de sonhos.
Não quero oferece-te o amor que supomos: bonito e vaidoso, cheio de detalhes que o torne perfeito; Quero oferecer-te o amor que criamos: risonho e cheio de agrados, que livre se doa e se é aceito.
Quero oferecer-te um amor que por si só se sustente, sabe: aquele amor que por ser frágil, delicado, faz-se tão fortemente intransponível, superior aos males que ameace agente.
Quero oferecer-te o amor que sinto: esse desejo quente, o amor que só quem ama verdadeiramente sabe o quanto o sente.
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